O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou o Domo de Ouro, inspirado no sistema israelense Domo de Ferro. Com uma rede de satélites e sensores, o escudo visa proteger o território americano de mísseis balísticos, hipersônicos e de cruzeiro.
O Domo de Ferro detecta foguetes e calcula a área de impacto. Se houver ameaça para áreas povoadas, dispara míssil interceptador que destrói o artefato antes que atinja o solo. Com taxa de sucesso de 90%, o sistema tem alta mobilidade.
1-Detectará ameaças e enviará informações para a central de comando. 2- Preverá o impacto em áreas habitadas e calculará o local de impacto. 3- Avaliará múltiplas ameaças, priorizando áreas urbanas. 4- Disparará o míssil interceptador apenas se necessário.
Além de interceptar foguetes no ar, o Domo de Ferro pode ser instalado em diversos pontos e até em veículos militares, garantindo proteção rápida e eficiente para Israel.
Avaliado em até US$ 175 bilhões (R$ 1 trilhão), o sistema terá quatro etapas: identificar a ameaça, interceptar, conter e destruir. A previsão é que esteja concluído até 2029, mas especialistas apontam desafios técnicos e orçamentários.
A China manifestou preocupação, dizendo que o Domo de Ouro tem implicações ofensivas e ameaça a estabilidade global. O país pediu a suspensão imediata do projeto.
A China alertou que o Domo de Ouro estimula a militarização do espaço e mina a confiança entre as potências. Para o governo chinês, o escudo pode desencadear uma nova corrida armamentista.
Leia o artigo completo para entender como o Domo de Ouro dos EUA pode impactar a geopolítica e a segurança internacional