A Fórmula 1 é um dos esportes mais lucrativos do mundo. Em 2025, com a chegada de Hamilton à Ferrari, os valores dispararam. Pilotos como Verstappen, Leclerc e Alonso recebem cifras milionárias, enquanto novatos como Gabriel Bortoleto começam suas trajetórias com contratos mais modestos.
Os salários mensais dos pilotos variam de US$ 41 mil a US$ 5,4 milhões, dependendo do contrato. Além do valor fixo, muitos recebem bônus por desempenho, participação em campanhas publicitárias e parcerias com patrocinadores.
Max Verstappen: US$ 65 mi Lewis Hamilton: US$ 60 mi Charles Leclerc: US$ 34 mi
Fernando Alonso : US$ 20 mi Lando Norris: US$ 20 mi George Russell: US$ 15 mi
Oscar Piastri: US$ 6 mi Lance Stroll: US$ 3 mi Kimi Antonelli: US$ 2 mi Yuki Tsunoda: US$ 2 mi
Carlos Sainz: US$ 10 mi Alexander Albon: US$ 8 mi
Pierre Gasly: US$ 10 mi Franco Colapinto: até US$ 1 mi
Nico Hulkenberg: US$ 7 mi Gabriel Bortoleto: US$ 2 mi
Esteban Ocon: US$ 7 mi Oliver Bearman: US$ 1 mi
Liam Lawson: US$ 1 mi Isack Hadjar: US$ 500 mil a US$ 1 mi
Michael Schumacher lidera a lista com US$ 554 milhões. Em seguida, aparecem Hamilton (US$ 263 mi), Alonso (US$ 239 mi), Niki Lauda (US$ 184 mi) e Kimi Raikkonen (US$ 168 mi). O patrimônio desses ícones vai além dos salários: inclui patrocínios e investimentos.
Michael Schumacher lidera a lista com US$ 554 milhões. Em seguida, aparecem Hamilton (US$ 263 mi), Alonso (US$ 239 mi), Niki Lauda (US$ 184 mi) e Kimi Raikkonen (US$ 168 mi). O patrimônio desses ícones vai além dos salários: inclui patrocínios e investimentos.
Senna deixou cerca de US$ 400 milhões em 1994, o que equivale a US$ 828 milhões em 2025. O montante veio de salários, bônus, patrocínios e investimentos. Na época, ele já era um dos atletas mais bem pagos do mundo.
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