Há três tipos principais: público, particular e cerrado. A diferença está no formato, registro e nível de formalidade, variando de maior segurança a mais simplicidade.
Defina a distribuição dos bens, redija o documento, leia em voz alta e assine com testemunhas. O registro em cartório, embora não obrigatório, garante mais segurança.
O documento deve ser escrito à mão, incluindo dados pessoais e lista de bens. Escolha testemunhas e assine. Sem registro em cartório, não há custo, mas há menos segurança legal.
Redigido pelo tabelião no cartório, com leitura em voz alta e assinatura das partes. Fica registrado oficialmente, garantindo mais proteção contra contestações.
Escrito pelo testador e lido para três testemunhas, que assinam o documento. É mais prático e barato, mas pode ser questionado caso faltem provas de validade.
Escrito à mão e lacrado diante do tabelião e testemunhas. Só é aberto após a morte, garantindo privacidade, mas exige cumprimento rigoroso das formalidades.
Informe o nome, parentesco e bens destinados, respeitando a parte legítima dos herdeiros necessários. Detalhar evita dúvidas e garante clareza na partilha.
Permite nomear um tutor para filhos menores caso os pais faleçam. A pessoa escolhida não precisa ser parente, mas deve ser alguém de confiança do testador.
O valor varia entre R$300 e R$800, dependendo do estado, tipo de testamento e complexidade do documento, podendo incluir taxas de registro.
Pode ser questionado por herdeiros em casos de coação, fraude, incapacidade do testador, violação de legítima ou existência de um documento mais recente.
Seguir as formalidades e, se possível, contar com advogado e registro em cartório aumenta a validade do testamento e evita brigas familiares no futuro.