Arma que usa reações nucleares para gerar explosões devastadoras. Pela fissão ou fusão, libera energia em cadeia, muito além do poder de explosivos convencionais.
J. Robert Oppenheimer liderou o Projeto Manhattan, que construiu as primeiras bombas em 1945. Sua criação mudou a guerra e a história para sempre.
Einstein não construiu a bomba, mas sua carta a Roosevelt alertou sobre o risco alemão, ajudando a iniciar o Projeto Manhattan. Depois, defendeu o desarmamento.
Explosão, calor extremo e radiação devastam em segundos. Além de mortes instantâneas, os sobreviventes sofrem com doenças e sequelas por toda a vida.
A radiação danifica células, queima tecidos e contamina ar, solo e água por décadas. Impacta humanos, animais, plantas e todo o ecossistema local.
O ataque destrói florestas, rios e cidades, forçando deslocamentos em massa. O trauma coletivo marca gerações e agrava crises sociais e econômicas.
Juntos, detêm mais de 90% das ogivas globais. Investem em modernização e dissuasão mútua, mas mantêm o mundo em constante tensão geopolítica.
A França aposta em submarinos e caças; o Reino Unido mantém mísseis balísticos; e a China expande rapidamente suas capacidades nucleares e tecnológicas.
Rivais históricos, mantêm arsenais para a dissuasão regional. A Índia adota política de “não primeiro uso”; o Paquistão não segue essa regra estratégica.
Israel mantém ambiguidade sobre seu arsenal. A Coreia do Norte exibe testes e avanços, buscando pressão política e reconhecimento internacional.
O Tratado de Não Proliferação busca conter novos arsenais, mas os riscos e tensões persistem. Hiroshima e Nagasaki lembram a urgência da paz global.