Economia e mercado

Economia brasileira em nova recessão técnica

Visão Geral

O dólar comercial fechou a quarta-feira (01) com variação de +1,3%, valendo R$5,6958, após ter começado o dia cotado a R$5,6243. O Euro fechou o pregão com variação de +0,8%, a R$6,4474, após ter iniciado o dia em R$6,3975.

A moeda americana iniciou esta quinta-feira (02) cotada a R$5,6965, e o Euro abriu o dia cotado a R$6,4487.

Agenda de hoje

Exterior

07h00 – Zona do Euro – Índice de preços ao produtor (out)

07h00 – Zona do Euro – Taxa de desemprego (out)

10h30 – EUA – Novos pedidos de seguro-desemprego (semanal)

Brasil

05h00 – Índice de Preços ao Consumidor FIPE (semanal)

09h00 – PIB (3ºQ)

  • Emplacamentos de veículos (nov)

Perspectiva para o dia

Real x Dólar: o IBGE informou nesta quinta-feira o resultado do PIB relativo ao terceiro trimestre deste ano. Segundo o instituto, o produto brasileiro recuou 0,1% nos três meses encerrados em setembro. Com este resultado, o Brasil entra novamente em recessão técnica, que é a queda do nível de atividade por dois trimestres consecutivos.

E enquanto o mercado digere a recessão técnica, a novela da PEC dos precatórios continua no radar. A expectativa é de que tanto a PEC dos precatórios quanto a Medida Provisória que instituiu o Auxílio Brasil sejam votadas hoje.

O fraco desempenho da economia brasileira associado aos desdobramentos políticos e discussões sobre a questão fiscal do ano que vem devem continuar pressionando o valor da moeda brasileira para baixo, mas pelo dólar ter alcançado ontem o nível mais alto em algum tempo, pode haver alguma correção para baixo.

Real x Euro: o gabinete de estatísticas da União Europeia informou que a inflação aos produtores industriais da Zona do Euro aumentou 5,4% no mês de outubro. Com este resultado a inflação anual alcançou 21,9% ante 16,1% registrados nos doze meses encerrados em setembro.

Já a taxa de desemprego, que em setembro deste ano estava em 7,4%, recuou marginalmente no mês de outubro para 7,3%, o nível mais baixo desde abril do ano passado.

A tendência diária é de desvalorização da moeda brasileira, refletindo o enfraquecimento da âncora fiscal com as votações da Medida Provisória que instituiu o Auxílio Brasil e da PEC dos precatórios.

Seguimos de olho.

André Galhardo

Economista-chefe da Análise Econômica Consultoria, professor e coordenador universitário nos cursos de Ciências Econômicas. Mestre em Economia Política pela PUC-SP, possui ampla experiência em análise de conjuntura econômica nacional e internacional, com passagens pelo setor público.

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