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Atualmente existem cerca de três mil criptomoedas diferentes. A primeira e mais conhecida delas é o Bitcoin. Cada uma delas tem um propósito diferente, mas todas têm o objetivo de melhorar a segurança e a eficiência na troca de ativos financeiros pelo mundo.

Por isso, comprar criptomoedas pode ser um boa maneira de diversificar uma carteira de investimentos. Porém, vale dizer que as criptomoedas são ativos bem voláteis. Isso quer dizer que o valor é bem variável por conta do aumento ou diminuição da demanda.

Comprar no Brasil ou no exterior?

Na hora de investir nesses ativos, comprar no exterior pode ser muito vantajoso. Como a oferta de criptomoedas no exterior é maior, o valor de compra é bem mais competitivo do que no Brasil. E, como a oferta de criptomoedas ainda é baixa no país, o valor de venda torna-se bem mais atrativo.

Além disso, as corretoras brasileiras cobram muito mais caro pelas transações com criptomoedas do que as corretoras estrangeiras, tornando a compra no Brasil praticamente inviável para pequenos e médios investidores. Por isso, com a compra no exterior e a venda no Brasil, os lucros tendem a ser bem maiores.

O que é preciso para investir no exterior?

Antes de tudo, é preciso abrir uma conta no exterior. Com a conta ativa, você deve enviar dinheiro do Brasil para a conta de investimento no exterior e concluir a operação com a sua corretora estrangeira de criptomoedas. Com a compra finalizada, é possível transferir o dinheiro de volta para o Brasil. Ao trazer o dinheiro de volta para o Brasil, atente-se à variação cambial. Escolher o melhor momento para fazer o resgate é essencial para potencializar o seu investimento. 

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