A reserva de emergência é para gastos urgentes e não planejados. Já a poupança serve para juntar dinheiro com objetivo definido, como viagens ou estudos.
A reserva não é investimento. Investir busca aumentar patrimônio e gerar renda. Já a reserva é proteção financeira contra despesas urgentes e inevitáveis.
O mínimo indicado é ter o equivalente a 3 meses de renda líquida. Em casos específicos, como desemprego ou grandes reformas, o valor deve ser maior.
Guarde o suficiente para cobrir até 15 meses de despesas. Assim, você se mantém financeiramente estável até conseguir uma nova colocação profissional.
Tenha até 12 salários guardados para imprevistos durante a obra. Reformas costumam ter custos extras e atrasos que elevam o orçamento inicial.
Reserve 50% a mais do valor da viagem. Isso evita problemas com custos extras, como perda de voo, bagagem extraviada ou gastos não planejados.
Calcule quanto sobra do seu orçamento mensal e direcione para a reserva. Priorize pagar dívidas e despesas fixas antes de separar o valor para guardar.
Evite usar para compras, passeios ou promoções. A reserva deve ser usada apenas para gastos urgentes e não planejados que impactem diretamente sua vida.