Helena Collares
Nascida aproximadamente entre 1997 e 2012, a geração Z cresceu conectada, viveu crises econômicas e a pandemia. Essas experiências moldaram seus valores, hábitos e prioridades.
Os hábitos da geração Z passam pelo celular. Compras, pesquisas, estudos, entretenimento, pagamentos e comunicação acontecem principalmente por smartphones e aplicativos.
Instagram, TikTok e YouTube vão além do entretenimento. São usados para descobrir produtos, comparar marcas, planejar viagens, acompanhar tendências e buscar informações.
Viajar, participar de festivais, conhecer restaurantes e viver momentos marcantes costuma ser mais importante do que acumular produtos ou bens materiais.
Ferramentas de inteligência artificial ajudam a comparar preços, organizar finanças, criar conteúdo, estudar e receber recomendações mais personalizadas.
Apesar do otimismo com o futuro, muitos jovens controlam gastos, pesquisam antes de comprar e valorizam planejamento financeiro e consumo consciente.
Salário continua importante, mas equilíbrio entre vida pessoal, saúde mental, flexibilidade e ambientes respeitosos influenciam as decisões profissionais da geração Z.
A geração Z valoriza inclusão, respeito e representatividade. Empresas e marcas que demonstram compromisso com esses valores costumam gerar maior identificação.
Os hábitos da geração Z já transformam consumo, tecnologia, mercado de trabalho e comunicação. Entender essa geração é antecipar tendências e mudanças dos próximos anos.
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Foto: Envato Elementos