Veja quais evitar levar em viagem
Diferenças nas leis sanitárias, riscos de efeitos graves, dependência ou uso indevido fazem certos medicamentos brasileiros serem vetados na Europa.
Popular no Brasil, está proibida no Reino Unido, França e Suécia devido ao risco de agranulocitose, doença que compromete a produção de glóbulos brancos
Comum em descongestionantes, é controlada na Europa por poder ser usada para produzir metanfetamina. Em alguns países, exige receita médica.
Remédio para emagrecimento retirado do mercado europeu após estudos ligarem seu uso a maior risco de infarto e derrame. No Brasil, é liberado com restrições.
Usada para TDAH, contém metilfenidato, substância controlada. Na Europa, exige receita traduzida, laudo médico e, às vezes, autorização sanitária.
Ansiolítico da família dos benzodiazepínicos, com alto potencial de dependência. Na Europa, só entra com documentação médica rigorosa.
Medicamento para TDAH com forte controle na Europa devido ao risco de abuso. Sem documentos corretos, pode ser barrado na alfândega.
Antes da viagem, confirme se o remédio é aceito no destino. Cada país europeu tem regras próprias, e a falta de informação não é justificativa legal.
A receita é obrigatória e deve estar no idioma local ou em inglês. Um laudo médico explicando uso e quantidade também é recomendado.
Transporte o remédio na embalagem original, com a bula. Fracionar doses ou usar organizadores pode gerar suspeita na fiscalização.
Para medicamentos controlados, verifique se é exigida autorização, formulários ou documentos extras para entrada no país europeu. Antes de viajar, confirme com a embaixada ou consulado as regras mais recentes sobre entrada de medicamentos no país de destino.