O CDI é a taxa dos empréstimos entre bancos com vencimento em até 1 dia. Regulada pelo Banco Central, serve como base para investimentos de renda fixa como CDBs, LCIs, LCAs e outros.
Em março de 2025, o CDI mensal chegou a 1,10%. No acumulado de 12 meses, está em 14,15%. A taxa acompanha os juros praticados no mercado interbancário e reflete o cenário da Selic.
O CDI acumulado em 2025 está em 2,56%, com os seguintes resultados: – Janeiro: 0,91% – Fevereiro: 0,99% – Março: 0,54%
O CDI acumulado em 2024 foi de 10,88%. Média mensal: entre 0,79% e 0,97% O CDI teve alta consistente ao longo de 2024, acompanhando o ciclo de aperto monetário.
A expectativa é de estabilidade no CDI, pois a Selic deve seguir em 14,25% por alguns meses. A manutenção dos juros influencia diretamente o comportamento do CDI.
A Selic é a taxa básica da economia e influencia diretamente o CDI. Quando a Selic sobe ou cai, o CDI tende a acompanhar o movimento, pois ambos refletem o custo do crédito no país.
A expectativa é de estabilidade no CDI, pois a Selic deve seguir em 14,25% por alguns meses. A manutenção dos juros influencia diretamente o comportamento do CDI.
O CDI é usado como referência nos rendimentos de produtos como CDB, LCI, LCA, LC e fundos DI. Quanto maior o CDI, maior tende a ser a rentabilidade desses investimentos pós-fixados.
Não há um investimento ideal para todos. Mas, com Selic em 14,25% e CDI elevado, ativos pós-fixados atrelados ao CDI ou à Selic ganham destaque, como CDBs e Tesouro Selic.
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