17 de janeiro de 2026
Stories: Helena Collares Matéria: Hérissa Slodkowski
FOTO: Envato Elementos
Sim. Até os anos 1970, apenas nomes femininos eram usados, seguindo um padrão criado nos EUA nos anos 1950.
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A prática veio da Marinha americana, que acreditava que nomes femininos eram mais fáceis de lembrar.
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A Organização Meteorológica Mundial passou a alternar nomes masculinos e femininos de forma equilibrada, em 1979.
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Os nomes de furacão existem para facilitar alertas, comunicação e ações de evacuação em situações de risco.
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Nos anos 1950, usou-se alfabeto fonético e depois apenas nomes femininos, buscando avisos mais claros.
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A WMO mantém listas fixas de nomes de furacão que se repetem a cada seis anos, em ordem alfabética.
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As listas não usam Q, U, X, Y e Z por falta de nomes comuns e facilmente reconhecíveis.
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Se um furacão causa mortes ou grandes danos, seu nome é retirado para evitar sofrimento futuro.
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Galveston (1900), Katrina (2005), Maria (2017) e o tufão Haiyan marcaram tragédias globais.
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