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O dólar hoje recua com a melhora do ambiente externo, impulsionado por sinais de cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã e pela queda do petróleo. O movimento traz alívio para os mercados, que voltam a assumir mais risco.
Ainda assim, o cenário segue sensível, com investidores atentos à coletiva de Trump, dados de inflação e emprego nos EUA e ao IPCA no Brasil. O câmbio continua reagindo rápido a qualquer mudança no noticiário.
O que influencia o dólar hoje?
O dólar hoje perde força, acompanhando a melhora do humor externo após sinais mais concretos de negociação entre Estados Unidos e Irã. O mercado volta a ensaiar apetite por risco.
A expectativa por uma coletiva de Donald Trump aumenta a sensibilidade dos ativos. Qualquer mudança de tom pode reforçar ou reverter esse movimento.
No fundo, a semana começa com foco dividido entre geopolítica e dados relevantes. Inflação e mercado de trabalho seguem guiando expectativas.
Qual a cotação do dólar hoje?
O dólar abriu esta segunda-feira (06) cotado a R$5,1572.
O contrato de dólar futuro para maio (DOLc1), o mais líquido no Brasil, recuou 0,04%, a R$5,18 na quinta-feira (02).
Dólar comercial
- Compra: R$5,158
- Venda: R$5,159
Na quinta-feira (02), o dólar comercial fechou com variação de +0,05%, valendo R$5,1578 após ter começado o dia cotado a R$5,1548.
Confira a cotação do dólar em tempo real
Qual é o valor do dólar PTAX hoje?
A PTAX iniciou o dia cotada a R$5,1649 (compra) e R$5,1655 (venda). A PTAX é a taxa de câmbio oficial calculada pelo Banco Central do Brasil.
Nesta sexta-feira (06), o Banco Central oferta até R$5 bilhões em operações compromissadas de 3 meses.
Petróleo cai com possível cessar-fogo
O petróleo recua com a proposta de cessar-fogo de 45 dias e a reabertura do Estreito de Ormuz. O alívio na oferta reduz o prêmio de risco da commodity.
Ainda assim, o movimento não é linear, já que a região segue instável. Qualquer ruído pode rapidamente inverter a direção dos preços.
A sinalização da OPEP+ sobre aumento de produção também entra na conta. O impacto, porém, depende da continuidade da normalização logística.
Dados fortes nos EUA reforçam postura do Fed
Nos Estados Unidos, o mercado acompanha dados de emprego acima do esperado. A criação de vagas surpreendeu, mesmo com sinais de desaceleração em salários.
Esse quadro mantém o Federal Reserve em posição cautelosa. A possibilidade de cortes de juros segue mais distante no curto prazo.
Além disso, indicadores de inflação como PCE e CPI continuam no foco. O mercado busca sinais mais claros de desaceleração.
Metais sobem com menor estresse geopolítico
Com a redução do estresse geopolítico, metais como ouro, prata e cobre avançam. O movimento reflete ajustes de portfólio e busca por diversificação.
O comportamento das commodities segue diretamente ligado ao noticiário externo. Pequenas mudanças já têm impacto relevante nos preços.
A leitura geral é de um mercado ainda frágil, que reage rápido a qualquer novidade. A volatilidade permanece elevada.
IPCA e falas do Banco Central entram no radar
No Brasil, o IPCA de março ganha protagonismo e pode redefinir expectativas para a política monetária. O dado chega em um momento sensível.
Gabriel Galípolo também entra no radar, com falas que podem sinalizar a leitura do Banco Central sobre o cenário atual.
A queda do petróleo tende a aliviar parte da pressão, mas o câmbio e o ambiente externo seguem determinantes para os ativos locais.
Por que o dólar está caindo hoje?
O dólar hoje recua com a expectativa de cessar-fogo entre EUA e Irã e a queda do petróleo, que reduzem a aversão ao risco global.
O que explica a queda do petróleo?
O petróleo cai com a reabertura do Estreito de Ormuz e a proposta de trégua, diminuindo o risco de interrupção na oferta.
O que pode mexer com o mercado hoje?
A coletiva de Trump, dados de inflação e emprego nos EUA e o IPCA no Brasil são os principais eventos que podem impactar os mercados.