Com o reajuste do IOF, o governo pretende arrecadar R$ 20,5 bilhões em 2025 e R$ 41 bilhões em 2026. Essa estratégia visa reforçar o caixa e equilibrar as contas públicas. Saiba como isso afeta as transações do seu dia a dia e o que você pode fazer para se proteger financeiramente.
O IOF alto encarece o crédito das empresas. Segundo especialistas, isso faz o custo final ao consumidor subir, mesmo para quem não contrata empréstimos, já que os créditos ficam mais caros para as empresas.
O IOF mais alto pode afastar investidores e gerar volatilidade no câmbio, juros e Bolsa. Para empresas, a nova alíquota pode tornar o crédito mais caro.
Antes, a alíquota do IOF variava conforme o tipo de operação: 3,38% em compras internacionais no crédito, 0,38% para investimentos, bancos e corretoras e 1,1% para remessas para contas bancárias no exterior do mesmo titular. Isso mudou a partir de maio de 2025.
A alíquota subiu para 3,5% em operações de câmbio, compra de moeda em espécie e empréstimos com prazo de até 364 dias. Mas as remessas para investimentos seguem com 1,1%.
Transações comerciais, remessas de lucros e retorno de capital estrangeiro seguem isentas de IOF, mesmo com as mudanças recentes.
Compras internacionais, empréstimos e investimentos no exterior vão ficar mais caros. Essa alta afeta diretamente o custo de vida e o planejamento financeiro.
– Gasto de US$ 1.000 em cartão internacional: IOF de R$ 169 para R$ 175. – Compra de US$ 1.000 de moeda estrangeira: IOF de R$ 55 para R$ 175. – Remessas de R$ 10.000 para sua conta internacional: de R$ 110 para R$ 350. – Carregando US$ 1.000 em cartão pré-pago, de R$ 175 para R$ 219.
– Antes: IOF de 0,38% na contratação. Agora: 0,95%. – Antes: 0,0041% ao dia. Agora: 0,0082%. – O Teto anual passou de 1,88% para 3,95%.