Minuto Econômico: Saiu o Índice de Confiança do empresário alemão

Apesar de estar abaixo do esperando, o Índice de Confiança empresarial da Alemanha, divulgado hoje, é o maior em 20 meses.

NO MINUTO ECONÔMICO DE HOJE:

  1. Índice de Confiança do empresário alemão.
  2. Virada das Bolsas dos EUA e da Alemanha.
  3. Coronavírus preocupa investidores.
  4. Expectativa para nova fala de Jerome Powell.
  5. Petróleo em queda.
  6. Sai hoje número de pedidos de seguro desemprego nos EUA.
Minuto Econômico, com Pablo Spyer

TRANSCRIÇÃO

Bom dia, Brasil!

O pessimismo visto ontem nas Bolsas, continuava abalando os mercados no início nesta quinta-feira, mas o mercado virou nesta manhã. Saiu o Índice de Confiança do empresário alemão. A sensação econômica. Por mais que tenha vindo um pouquinho abaixo do esperado, é o maior nível em 20 meses

  • E fez a Bolsa dos EUA, que estava no negativo, virar. 
  • E está fazendo a Bolsa da Alemanha, que estava no negativo, voltar para o zero a zero e ficar levemente positiva.

O que preocupa os investidores:

  1. Uma segunda onda de casos de Coronavírus. Estão aumentando os temores de uma desaceleração da recuperação econômica global.
  2. E a preocupação com a ausência de novos pacotes de estímulos. A economia americana precisa de injeção de dinheiro. E as eleições presidenciais, que serão daqui a 6 semanas, podem atrasar esse pacote. E isso estressa os investidores.

Começaram conversas de uma recuperação em ‘W’. Ou seja: subiu, tem que cair bastante para voltar a subir. Vários dirigentes do Federal Reserve, e o próprio Jerome Powell, avisaram ontem que a economia precisa de dinheiro. O presidente do FED volta a falar hoje. Olho nisso!

O petróleo também está caindo um pouquinho, na preocupação de “ninguém vai dirigir, ninguém vai pegar avião” se voltar a ter isolamento. Se fecharem a Europa de novo.

Vai sair hoje, também, o pedido de seguro desemprego semanal dos EUA. É o dado mais importante do dia. A expectativa é 860 mil pessoas pedindo o seguro desemprego.

Eu sou Pablo. Bons negócios.

Vai, Tourinho!