Getting your Trinity Audio player ready...

A Residência Bad Bunny em Porto Rico, com uma série de shows esgotados, se transformou em um fenômeno cultural e econômico.

A partir de sua influência, a moda porto-riquenha ganhou visibilidade, com designers e marcas locais vendo suas peças serem usadas e celebradas por fãs e artistas. Se você quer saber mais sobre como a residência de Bad Bunny se tornou um catalisador de crescimento e criatividade para a ilha, siga a leitura.

Residência de Bad Bunny injetou cerca de US$ 200 milhões na economia local de Porto Rico

A residência de verão de Bad Bunny, No Me Quiero Ir de Aquí, não atraiu apenas fãs para o Coliseu de Porto Rico. Ao longo de dez finais de semana e 30 apresentações, o evento injetou cerca de US$ 200 milhões na economia local.

Esse impacto financeiro foi além do turismo, hospedagens e passagens, alcançando diretamente a moda porto-riquenha, com artistas e o público utilizando estilistas e marcas locais. Esse movimento tem gerado um “efeito dominó no setor criativo da ilha”.

A designer Michelle Otero, cofundadora da Ecliptica, confirmou o impacto:
“Está todo mundo trabalhando nisso, mesmo que de forma indireta”, disse. Otero e sua irmã, Norein, com a marca conhecida por vestidos sob medida, viram a demanda por sua linha de roupas mais acessíveis, Ecliptica Isla, disparar. A coleção, que homenageia a cultura de Porto Rico, dialoga diretamente com o álbum Debí Tirar Más Fotos, de Bad Bunny.

Bad Bunny inspira artistas locais e impulsiona a moda de Porto Rico

A influência de Bad Bunny tem encorajado fãs a redescobrir ícones do folclore porto-riquenho, como o chapéu de palha pava e a renda mundillo, para usar em seus looks. Esse interesse reflete a nostalgia que o álbum do cantor despertou.

A estilista Yazmín “Yayi” Pérez, por exemplo, viu os pedidos de suas guayaberas, camisas tradicionais de linho, dispararem após Bad Bunny aparecer com duas de suas peças no palco. A designer, que trabalha com uma equipe de costureiras em seu ateliê, viu o tempo de produção de suas peças aumentar de três para dez semanas. As vendas em seu site cresceram 68% de junho para julho.

Além de Bad Bunny, outros artistas que participaram do evento, como RaiNao e o grupo Chuwi, também fizeram questão de usar criações locais. RaiNao subiu ao palco usando uma saia reversível da Ecliptica, o que gerou um aumento imediato nos pedidos.

“Tudo aconteceu de forma bem orgânica”, afirmou Otero. O estilista Hermán Nadal vestiu o grupo Chuwi em duas apresentações e, com a visibilidade, lançou uma coleção cápsula comercial. A designer Mónica Santos Gil viu seu trabalho viralizar depois que vestiu o grupo Chuwi, resultando em mais de 1.500 novos seguidores e clientes visitando sua loja em Nova York, incluindo pessoas da cidade natal do grupo.

Setlist das apresentações

  • ALAMBRE PúA
  • KETU TeCRÉ
  • EL CLúB
  • La Santa
  • PIToRRO DE COCO
  • El Apagón
  • WELTiTA
  • KLOuFRENS
  • BOKeTE
  • Si Estuviésemos Juntos
  • Ni Bien Ni Mal
  • Amorfoda
  • TURiSTA
  • NUEVAYoL
  • Tití Me Preguntó
  • Neverita
  • Si Veo a Tu Mamá
  • La Romana
  • La Jumpa
  • VOY A LLeVARTE PA PR
  • Me Porto Bonito
  • No Me Conoce
  • Bichiyal
  • PERRO NEGRO
  • Yo Perreo Sola
  • Efecto
  • Safaera
  • VeLDÁ
  • EoO
  • CAFé CON RON
  • LO QUE LE PASÓ A HAWAii
  • Callaíta
  • BAILE INoLVIDABLE
  • DTmF
  • LA MuDANZA

Ficou interessado nesse tema e não quer perder mais atualizações? Então, siga a Remessa Online no Instagram, LinkedIn, Facebook e YouTube.

Resumindo

O que é a residência de shows de Bad Bunny?

A residência Bad Bunny é uma série de 30 shows esgotados realizados pelo cantor Bad Bunny no Coliseu de Porto Rico, durante dez finais de semana, como parte de sua residência de verão No Me Quiero Ir de Aquí.

Quanto a residência de Bad Bunny movimentou na economia local?

A residência de shows de Bad Bunny injetou cerca de US$ 200 milhões na economia local de Porto Rico, beneficiando diversos setores, incluindo moda e turismo.

Como a residência de Bad Bunny impulsionou a moda local?

A residência do artista gerou um aumento na procura por estilistas e marcas locais, com fãs e artistas usando criações porto-riquenhas. Esse movimento resultou em crescimento de vendas e maior visibilidade para designers da ilha.