Pablo Spyer: Fed cortou juros no domingo e mercados desabam
No minuto econômico desta segunda-feira, Pablo Spyer analisa os impactos do corte de juros emergencial feito pelo Federal Reserve durante o final de semana
No minuto econômico desta segunda-feira, Pablo Spyer analisa os impactos do corte de juros emergencial feito pelo Federal Reserve durante o final de semana
Em semana caótica para a economia global, bolsas desabaram, dólar bateu R$5,00 e baixo preço do petróleo preocupou. Circuit breaker precisou ser acionado na bolsa brasileira e prejuízo chegou a R$ 400 bilhões. Leia a análise de Pablo Spyer.
Os mercados já estão em pânico com o covid-19, e as divergências entre Rússia e Arábia Saudita só fizeram aumentar a tensão nesta semana.
A semana foi marcada por forte volatilidade no valor do real frente às demais moedas do mundo, por conta do pânico nos mercados com a pandemia e outros fatores, como o preço do petróleo.
Banco Central americano anuncia injeção de USD 1,5 trilhão na economia ao longo das próximas semanas para tentar conter os impactos do Coronavírus. No Brasil, Banco Central também age contra a alta do dólar fazendo diversos leilões. Moeda chegou a R$5 mas baixou após as medidas.
Situação no Reino Unido não é tão grave quanto no restante da Europa. Apesar disso, governo britânico se prepara para tomar medidas visando amenizar os impactos da pandemia na economia e na libra esterlina.
Coronavírus se alastra com rapidez pela Europa. Pandemia afeta intensamente a economia da Zona do Euro e moeda europeia sofre os impactos. Apesar disso, euro se valoriza perante o real.
Semana foi tão intensa para o dólar que moeda chegou a bater a casa dos R$5,00. Banco Central interveio por meio de leilões e cotação baixou um pouco.
Estados Unidos anunciam medidas extremas para tentar conter Coronavírus. Viagens entre EUA e União Europeia estão suspensas por 30 dias. Medida afeta mercados do mundo inteiro. Bolsa brasileira e bolsas americanas desabam.
O pânico nos mercados fez o dólar abrir em R$ 5,00 nesta quinta-feira. A moeda caiu um pouco depois e está oscilando acima de R$ 4,90, os maiores patamares da história
Maior petrolífera do mundo recebe orientação para aumentar produção de petróleo, o que derruba ainda mais o preço do óleo e acirra disputa entre russos e árabes. Nos Estados Unidos, medidas econômicas prometidas por Trump são adiadas, o que repercute negativamente no mercado.
Após a queda da cotação na terça-feira, o dólar abre esta quarta-feira (11/3) em alta novamente. O IPCA foi o menor para fevereiro desde 2000, mas veio acima da expectativa do mercado.