Pablo Spyer: Acordo comercial entre China e EUA pode ficar para 2020

Acordo comercial entre China e EUA pode ficar para 2020

Meios de comunicação repercutem que acordo comercial entre China e Estados Unidos pode ficar para 2020. Como resultado, bolsas do mundo inteiro caíram e mercado está nervoso pelo desenrolar dessa questão.

Bom dia Brasil!

Uma volta de feriado um tanto quanto mais vermelha.

Saiu notícia ontem nos Estados Unidos de que o acordo comercial pode ser assinado só o ano que vem. Isso fez com que as bolsas virassem. A bolsa na China afundou quase 2%. Nos Estados Unidos também ficou tudo negativo – eles que vinham operando nas máximas, arrefeceram. Isso causou tanto nervosismo que saiu todo mundo falando “espera aí, isso aí é rumor, não é comigo não, a gente vai fazer o negócio esse ano”.

O principal negociador da China disse “espera aí, estou cautelosamente otimista”. Mas os investidores não aguentam mais. Essa novela já demora muito tempo e todo mundo sabe que isso é uma crise hegemônica, é muito maior do que qualquer guerra comercial.

Tanto é que o Trump ontem estava falando que quer passar no congresso uma regra que diz que ele pode se meter em Hong Kong, que ele pode dar suporte, apoiar os protestantes.

Gente saiu uma notícia tão importante hoje as 4h57 da manhã dizendo que a China disse que vai retaliar os Estados Unidos se eles passarem essa bill. Cara, a notícia é a seguinte: “não se mete aqui Estados Unidos“. Esse é o recado da China, tá?

A ata do Fed também veio diminuindo as probabilidades de corte de juros nos Estados Unidos, isso também fez com que as bolsas dos Estados Unidos caíssem.

Aqui em São Paulo foi feriado, mas em Brasília a coisa andou e aprovaram em dois turnos a nossa reforma da Previdência. Acabou. Carimbou! A notícia é excelente, pode ajudar a segurar um pouco da queda que está por vir.

O petróleo vinha em alta mas também arrefeceu com tanto nervosismo.

Bom, olho na China, olho nos Estados Unidos.

Bons negócios meus amigos!

Pablo Spyer é diretor da Mirae Asset CCTVM e conselheiro da Ancord.

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