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O dólar hoje sobe com o fracasso das negociações entre Estados Unidos e Irã, enquanto o petróleo dispara acima de US$100 com o aumento das tensões no Estreito de Ormuz. O cenário global volta a pressionar os mercados.
Com investidores mais cautelosos, o foco se divide entre a agenda internacional, incluindo FMI e dados econômicos, e os riscos inflacionários ligados à energia e ao câmbio.
O que influencia o dólar hoje?
O dólar hoje volta a subir, reagindo diretamente ao fracasso das negociações entre Estados Unidos e Irã. O clima de incerteza rapidamente tomou conta dos mercados.
Sem acordo claro, investidores retomam posições defensivas, o que fortalece a moeda americana. O movimento reflete cautela global.
A agenda internacional mais carregada até o fim da semana perde espaço para o noticiário geopolítico. O foco segue no risco.
Qual a cotação do dólar hoje?
O dólar abriu esta segunda-feira (13) cotado a R$5,0040.
O contrato de dólar futuro para abril (DOLc1), o mais líquido no Brasil, recuou 1,1%, a R$5,03 na sexta-feira (10).
Dólar comercial
- Compra: R$5,010
- Venda: R$5,011
Na sexta-feira (10), o dólar comercial fechou com variação de -1,0%, valendo R$5,0040 após ter começado o dia cotado a R$5,0575.
Confira a cotação do dólar em tempo real
Qual é o valor do dólar PTAX hoje?
A PTAX iniciou o dia cotada a R$5,0223 (compra) e R$5,0229 (venda). A PTAX é a taxa de câmbio oficial calculada pelo Banco Central do Brasil.
Sem acordo, mercado entra em modo defensivo novamente
A ausência de avanço nas negociações reforça a percepção de que o conflito pode se prolongar. O cessar-fogo perde credibilidade.
Declarações mais duras aumentam a tensão, incluindo ameaças sobre portos e rotas estratégicas. O mercado reage de forma imediata.
Com isso, ativos de risco recuam e a volatilidade volta a subir. O cenário fica mais sensível a qualquer nova informação.
Petróleo dispara acima de US$100 e reacende temor inflacionário
O petróleo volta a subir e ultrapassa os US$100, impulsionado pelo risco de interrupção no Golfo Pérsico. A oferta global entra no radar.
O Estreito de Ormuz novamente aparece como ponto crítico, com impacto direto no transporte da commodity. O mercado reage com rapidez.
Esse movimento reforça pressões inflacionárias, especialmente nos Estados Unidos. Energia volta ao centro das preocupações.
H2: Agenda global forte disputa atenção com crise geopolítica
Mesmo com o cenário tenso, a semana traz eventos relevantes como Livro Bege, reuniões do FMI e dados de atividade. A agenda é robusta.
Discursos de autoridades monetárias também ganham importância, principalmente para calibrar expectativas de juros. O mercado observa cada sinal.
Ainda assim, o peso do conflito segue dominante. Indicadores importam, mas o direcionamento vem do noticiário externo.
Brasil acompanha exterior e vê risco na inflação e no câmbio
Os ativos brasileiros tendem a seguir o movimento global, com pressão sobre o câmbio e maior cautela nos investimentos. O ambiente é mais desafiador.
O Boletim Focus entra no radar, podendo indicar deterioração nas expectativas de inflação. O IPCA recente já trouxe sinais de alerta.
Além disso, o impacto do petróleo e do Estreito de Ormuz pode afetar custos e cadeias produtivas. O mercado monitora de perto.