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Dólar hoje (17/03/2026): Câmbio sobe com alta do petróleo

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Dólar hoje reage ao petróleo acima de US$100 e à tensão no Oriente Médio, enquanto mercados aguardam decisões de juros no Brasil e nos EUA.
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O dólar hoje reflete a cautela global diante do petróleo elevado e das decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos.

 O cenário externo, marcado por tensões no Oriente Médio, pressiona expectativas de inflação e mantém os mercados mais voláteis. 

Ao mesmo tempo, investidores acompanham o posicionamento dos bancos centrais e os movimentos do Tesouro, enquanto o Ibovespa reage ao ambiente internacional e aos riscos domésticos.

O que influencia o dólar hoje?

O dólar hoje acompanha o ambiente de cautela global às vésperas das decisões de política monetária. A combinação de petróleo elevado e guerra no Oriente Médio mantém investidores defensivos.

A agenda é mais esvaziada, com destaque para o IGP-10 no Brasil e leilões do Tesouro. O Congresso também promulga o acordo entre Mercosul e União Europeia.

No exterior, o foco segue na reunião do Federal Reserve e nos desdobramentos do conflito. O cenário reforça a volatilidade nos mercados.

Qual a cotação do dólar hoje?
O dólar abriu esta terça-feira (17) cotado a R$5,2335.

O contrato de dólar futuro para abril (DOLc1), o mais líquido no Brasil, recuou 1,2%, a R$5,25 na segunda-feira (16).

Dólar comercial

  • Compra: R$5,228
  • Venda: R$5,229

Na segunda-feira (13), o dólar comercial fechou com variação de -1,7%, valendo R$5,2315, após ter começado o dia cotado a R$5,3237.

Confira a cotação do dólar em tempo real

Qual é o valor do dólar PTAX hoje?

A PTAX iniciou o dia cotada a R$5,2641 (compra) e R$5,2647 (venda). A PTAX é a taxa de câmbio oficial calculada pelo Banco Central do Brasil

Nesta terça-feira (17), o Banco Central ofertará 50 mil contratos de swap cambial tradicional (US$2,5 bilhões), em rolagem.

Petróleo segue elevado com risco de oferta

O petróleo Brent permanece na faixa de US$103 por barril, sustentado pelas tensões geopolíticas. O risco de cortes na oferta mantém o prêmio elevado.

A guerra envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel ampliou a alta da commodity nas últimas semanas. O movimento já acumula valorização expressiva no período.

Novos episódios militares no Oriente Médio mantêm o mercado atento. O Estreito de Ormuz segue como ponto central de risco para o fluxo global.

Bolsas globais operam com cautela

Os mercados futuros em Nova York mostram comportamento mais contido nesta manhã. A proximidade das decisões de juros limita movimentos mais intensos.

Na Europa, o apetite por risco é moderado diante das reuniões do BCE e do Banco da Inglaterra. O ambiente externo permanece sensível à política monetária.

As apostas indicam manutenção de juros nos Estados Unidos, com adiamento do início de cortes. O cenário reflete preocupação com inflação persistente.

Tesouro e juros no radar doméstico

No Brasil, o Tesouro volta ao foco após intervenções recentes no mercado de títulos. A estratégia busca reduzir a volatilidade da curva de juros.

O cancelamento de leilões e operações com prefixados sinalizam tentativa de estabilização. O movimento ocorre em meio à pressão vinda do cenário externo.

A curva de juros precifica corte mais moderado da Selic. A expectativa gira em torno de redução de 25 pontos-base na próxima reunião.

Ibovespa entre exterior e riscos locais

Após o rali recente, o Ibovespa pode passar por ajustes diante do ambiente externo mais cauteloso. O fluxo internacional segue determinante para o índice.

O EWZ, principal ETF brasileiro negociado em Nova York, registrava leve queda no pré-mercado. O movimento acompanha o humor mais contido no exterior.

No noticiário doméstico, o caso Banco Master segue no radar. A possibilidade de intervenção adiciona incerteza ao cenário financeiro local.

Por que o dólar hoje reflete cautela global?

Porque a alta do petróleo e as tensões no Oriente Médio aumentam o risco inflacionário e a aversão ao risco, fortalecendo o dólar globalmente.

Como as decisões de juros impactam o câmbio e os mercados?

As expectativas para Copom e Fed influenciam fluxo de capital, juros futuros e o dólar, afetando diretamente bolsa, câmbio e renda fixa.

O que mais movimenta o mercado brasileiro no curto prazo?

O que mais movimenta o mercado brasileiro no curto prazo?
Além do cenário externo, pesam a atuação do Tesouro, os leilões de títulos e a reação do Ibovespa ao ambiente global mais volátil.

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