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O dólar hoje reflete o ambiente de cautela nos mercados globais diante da continuidade da guerra no Oriente Médio e da alta recente do petróleo.
Ao mesmo tempo, investidores acompanham uma semana carregada de decisões de juros nas principais economias, incluindo Brasil e Estados Unidos.
Indicadores econômicos relevantes e resultados corporativos também entram no radar, ajudando a calibrar expectativas para crescimento, inflação e política monetária nos próximos dias.
O que influencia o dólar hoje?
O dólar hoje reflete o ambiente de cautela global diante da guerra no Oriente Médio. A escalada do conflito mantém investidores atentos aos impactos sobre energia e inflação.
A semana também concentra decisões de política monetária nas principais economias. Bancos centrais de Brasil, Estados Unidos, zona do euro, Reino Unido, Rússia, Japão e China estão no radar.
Além da geopolítica, a agenda traz dados importantes e balanços corporativos. Nos EUA, destaque para inflação ao produtor e resultados da Micron.
Qual a cotação do dólar hoje?
O dólar abriu esta segunda-feira (16) cotado a R$5,3292.
O contrato de dólar futuro para abril (DOLc1), o mais líquido no Brasil, avançou 1,3%, a R$5,32 na sexta-feira (13).
Dólar comercial
- Compra: R$5,313
- Venda: R$5,314
Na sexta-feira (13), o dólar comercial fechou com variação de +1,5%, valendo R$5,3237, após ter começado o dia cotado a R$5,2443.
Confira a cotação do dólar em tempo real
Qual é o valor do dólar PTAX hoje?
A PTAX iniciou o dia cotada a R$5,2535 (compra) e R$5,2541 (venda). A PTAX é a taxa de câmbio oficial calculada pelo Banco Central do Brasil.
Nesta segunda-feira (16), o Banco Central ofertará 50 mil contratos de swap cambial tradicional (US$2,5 bilhões), em rolagem.
Petróleo permanece acima de US$ 100
Após subir cerca de 11% na semana passada, o petróleo Brent segue em patamar elevado. O barril permanece acima de US$103 diante das tensões no Golfo.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a pressionar aliados da Otan para ajudar a liberar o Estreito de Ormuz. A rota concentra cerca de 20% do petróleo global.
Autoridades americanas estimam que o conflito pode durar entre quatro e seis semanas. A retaliação do Irã já retirou milhões de barris por dia do mercado.
Bolsas globais reagem entre petróleo e juros
Em Nova York, os futuros das bolsas operam em leve alta nesta manhã. O movimento ocorre mesmo com o cenário geopolítico ainda instável.
Os rendimentos dos Treasuries e o dólar recuam frente a algumas moedas. Apesar disso, o índice DXY permanece acima de 100 pontos.
Na Ásia, os mercados fecharam sem direção única. Dados de atividade da China vieram acima do esperado.
Dados e política econômica entram no radar
Indicadores recentes da China mostraram produção industrial e vendas no varejo mais fortes. Os números reforçam sinais de resiliência da economia.
Ao mesmo tempo, Donald Trump ameaçou adiar reunião com o presidente Xi Jinping. A pressão busca apoio de Pequim para destravar o fluxo no Estreito de Ormuz.
A relação entre geopolítica e comércio internacional volta ao centro das atenções. O tema influencia expectativas de crescimento global.
Brasil entre Copom, petróleo e atividade
No Brasil, o mercado entra na semana da decisão do Copom. O conflito no Oriente Médio aumenta a incerteza sobre o início do ciclo de cortes da Selic.
Parte dos investidores já considera uma redução mais cautelosa de 0,25 ponto percentual. Ainda assim, a maioria das projeções segue apontando corte de 0,50 ponto.
Além do Copom, os agentes acompanham o IBC-Br e balanços corporativos. Itaúsa, Natura, Sabesp e MRV estão entre as empresas que divulgam resultados.
Por que o dólar hoje reage à guerra no Oriente Médio?
O conflito eleva a aversão ao risco e pressiona preços de energia, especialmente o petróleo. Esse cenário aumenta a volatilidade global e influencia o comportamento das moedas, incluindo o dólar.
Como a alta do petróleo pode afetar decisões de juros?
O petróleo mais caro tende a pressionar a inflação ao elevar custos de energia e transporte. Isso pode levar bancos centrais a adotarem mais cautela ao iniciar ou acelerar cortes de juros.
O que mais pode influenciar os mercados nesta semana?
Além da geopolítica, investidores acompanham decisões de juros nas principais economias, indicadores de atividade e inflação e resultados corporativos relevantes.