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Confira a cotação do dia 25 de maio de 2025; Dólar hoje abre em alta moderada com petróleo em queda

O dólar hoje inicia a sexta-feira em ambiente de cautela, com investidores acompanhando a retomada da alta do petróleo e a indefinição nas negociações entre Estados Unidos e Irã. Mesmo após sinais de avanço diplomático, o mercado ainda vê risco elevado no Oriente Médio.

O Brent voltou a subir depois de três sessões de queda, sustentado pelas incertezas envolvendo o programa nuclear iraniano e o controle do Estreito de Ormuz. Ao mesmo tempo, as bolsas internacionais seguem tentando ampliar ganhos após o alívio parcial visto em Wall Street.

No Brasil, o foco se divide entre o relatório bimestral de receitas e despesas do governo, declarações da equipe econômica e os impactos do cenário externo sobre dólar, juros futuros e Ibovespa. O investidor também acompanha a posse de Kevin Warsh no Fed.

Dólar hoje

O dólar abriu esta quarta-feira (22) cotado a R$5,0039.

O contrato de dólar futuro para junho (DOLc1), o mais líquido no Brasil, subiu 0,05%, a R$5,01 na quarta-feira (21).

Dólar comercial

  • Compra: R$5,0000
  • Venda: R$5,0006

Acompanhe a cotação do dólar em tempo real

Na quinta-feira (21), o dólar comercial fechou com variação de +0,1%, valendo R$5,0039 após ter começado o dia cotado a R$4,9993.

Dólar PTAX hoje

A PTAX iniciou o dia cotada a R$5,0071 (compra) e R$5,0077 (venda). A PTAX é a taxa de câmbio oficial calculada pelo Banco Central do Brasil.

O que influencia o dólar hoje?

O petróleo voltou a ganhar força nesta manhã diante da percepção de que ainda existe distância entre Washington e Teerã em pontos considerados centrais das negociações. O mercado acompanha principalmente as discussões sobre enriquecimento de urânio e segurança no Estreito de Ormuz.

Apesar de relatos sobre um possível acordo preliminar, as declarações de Donald Trump mantiveram a tensão elevada. O presidente americano afirmou que o Irã não poderá manter urânio enriquecido e indicou possibilidade de medidas mais duras caso não haja entendimento.

A retomada da alta do Brent reacende temores inflacionários e volta a pressionar expectativas para juros globais. Mesmo assim, investidores ainda enxergam espaço para uma solução diplomática nas próximas semanas.

Posse de Kevin Warsh movimenta expectativas sobre o Fed  

O mercado acompanha de perto a cerimônia de posse de Kevin Warsh no Federal Reserve em um momento de grande sensibilidade para juros e inflação nos Estados Unidos. O evento ganha peso porque investidores procuram sinais sobre a direção futura da política monetária.

Dados recentes da economia americana continuam mostrando mercado de trabalho resiliente e inflação ainda persistente. Isso mantém dúvidas sobre o espaço para cortes mais agressivos de juros ao longo deste ano.

Os rendimentos dos Treasuries operam em queda moderada nesta sessão, ajudando ativos de risco e reduzindo parte da pressão sobre moedas emergentes. Ainda assim, o dólar global continua relativamente fortalecido.

Relatório fiscal brasileiro entra no radar dos investidores 

No Brasil, o relatório bimestral de receitas e despesas do governo ganha importância em meio à preocupação crescente com o equilíbrio fiscal. O mercado quer entender se haverá necessidade de novos bloqueios ou ajustes orçamentários.

As declarações de Dario Durigan também repercutem entre investidores, especialmente após críticas aos juros elevados e defesa de maior coordenação econômica. O tom do governo segue sendo acompanhado de perto pelo mercado financeiro.

A percepção fiscal continua influenciando diretamente o comportamento dos juros futuros e do câmbio. Em um ambiente externo ainda instável, qualquer ruído doméstico tende a ganhar peso adicional nos ativos brasileiros.

Bolsas internacionais ampliam ganhos apesar da cautela 

As bolsas internacionais operam em alta nesta sexta-feira, sustentadas pela queda recente dos rendimentos dos Treasuries e pela expectativa de que as negociações entre EUA e Irã avancem. O movimento ajuda a melhorar parcialmente o humor dos investidores.

Em Nova York, os índices futuros seguem positivos, mesmo com o petróleo voltando a subir. O mercado também reage a declarações de dirigentes do Fed e à expectativa sobre inflação americana.

Na Europa, investidores acompanham dados econômicos e os reflexos da crise energética sobre atividade e preços. O cenário ainda mistura desaceleração econômica com pressão inflacionária elevada.

Dólar e Ibovespa podem ter sessão mais volátil 

O dólar hoje pode oscilar ao longo do pregão conforme o mercado reage ao petróleo, aos Treasuries e às notícias vindas do Oriente Médio. O ambiente continua sensível a qualquer mudança de tom nas negociações diplomáticas.

O Ibovespa tende a encontrar suporte nas commodities e no desempenho das bolsas internacionais, embora o cenário fiscal brasileiro continue limitando movimentos mais fortes de recuperação.

Para o investidor local, a combinação entre petróleo elevado, juros americanos e incertezas fiscais mantém o mercado em compasso de atenção redobrada nesta reta final da semana.

Por que o dólar hoje está oscilando?

O mercado reage à alta do petróleo, às negociações entre EUA e Irã e às expectativas sobre juros nos Estados Unidos.

O que a posse de Kevin Warsh representa para o mercado?

Investidores acompanham possíveis sinais sobre política monetária americana e os próximos passos do Federal Reserve.

O relatório fiscal pode mexer com o dólar e os juros?

Sim. O documento influencia expectativas sobre contas públicas, risco fiscal e trajetória dos juros no Brasil.