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Dólar hoje (24/02): Novas medidas protecionistas nos EUA e coronavírus na China marcam o começa da semana

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Dólar abriu a R$5,7320 às 09h00 nesta segunda-feira (24). Mercado financeiro acompanha a cotação em um dia com importantes indicadores.
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O dólar hoje abriu esta segunda-feira (24) em R$5,7320, após ter atingido a mínima de R$5,6936 durante a última sexta-feira (21). O dólar fechou o dia (21) com alta de 0,51%, marcando R$5,7302. No Brasil, a suspensão parcial dos financiamentos do Plano Safra, decorrente da demora na aprovação do Orçamento pelo Congresso, continua trazendo instabilidade ao mercado. Analistas alertam que, se a situação não for revertida, o controle da inflação de alimentos poderá se tornar ainda mais desafiador.  

Dólar Hoje: Confira a cotação do dólar comercial e turismo em tempo real  

Nos Estados Unidos, Donald Trump reafirmou sua intenção de impor tarifas de 25% sobre veículos importados, com a medida prevista para entrar em vigor em 2 de abril. Além disso, declarou que pretende dobrar a produção de energia no país, priorizando fontes como carvão limpo, energia nuclear e gás natural, enquanto descartou a energia eólica, alegando custos elevados. 

Dólar hoje

O dólar hoje deve iniciar o pregão em baixa. A tendência de melhora na situação da Guerra da Ucrânia e recuo de Trump frente às tarifas, devem trazer acomodação no mercado.

Dólar Comercial

  • Compra: R$5,7270
  • Venda: R$5,7300

Dólar turismo

  • Compra: R$5,770
  • Venda: R$5,950

Atualização:  24 de fevereiro às 09h00
O dólar comercial e o dólar turismo são dois tipos diferentes de cotações do dólar, com valores ligeiramente diferentes devido a taxas adicionais.

Desempenho da Bolsa Brasileira

O Ibovespa encerrou o pregão de sexta-feira (21) com queda de 0,37%, fechando o dia aos 127.128 pontos. A bolsa brasileira encerrou a semana em queda, pressionada pela descoberta de um novo coronavírus com potencial pandêmico, agora transmitido por morcegos, na China, e por novas declarações de Donald Trump, a respeito de tarifas de importação.  

A desvalorização do petróleo também refletiu essas incertezas, impactando as ações da Petrobras, que recuaram 0,29% (PETR4) e 0,56% (PETR3). Nos mercados futuros, os barris de Brent e WTI registraram queda próxima de 3%, acompanhando o cenário global mais cauteloso.  O clima de aversão ao risco também afetou a mineradora Vale (VALE3), que chegou a operar no vermelho na reta final do pregão, mas conseguiu reverter as perdas e fechou com alta de 0,73%.

Expectativas para março

O câmbio brasileiro mantém trajetória relativamente estável, acumulando ganhos desde janeiro. Em dezembro, o real chegou a se desvalorizar até R$6,20, mas já em meados de janeiro, recuperou-se até atingir R$5,67 em fevereiro. A forte oscilação do fim do ano passado parece ter sido um reflexo exagerado do momento, e agora a moeda encontra um ponto de equilíbrio mais alinhado aos fundamentos macroeconômicos do país.  

No entanto, o cenário ainda inspira cautela. No ambiente externo, a imprevisibilidade da Casa Branca, que oscila entre ameaças e recuos, continua gerando incertezas nos mercados. Apesar disso, o nível de tensão se mostra mais contido do que o inicialmente esperado. Caso Trump intensifique e efetive novas políticas protecionistas, as bolsas podem sofrer novos recuos, enquanto o dólar tende a ganhar força globalmente, adicionando pressão sobre o real.

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