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Visão Geral

O dólar comercial fechou a segunda-feira (27) com variação de -0,2%, valendo R$4,8964, após ter começado o dia cotado a R$4,9060. O Euro fechou o pregão em estabilidade, a R$5,3630, após ter iniciado o dia em R$5,3629.

O dólar iniciou esta terça-feira (28) cotado a R$4,9050 e o Euro abriu o dia cotado a R$5,3712. Acompanhe nossa análise diária.

Agenda de hoje

Exterior

12h00 – EUA – Confiança do Consumidor CB (Nov)

Brasil

08h00 – FGV – Sondagem da Indústria

09h00 – IBGE – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (Nov)

13h00 – Ministério do Trabalho – CAGED (Índice de Evolução de Emprego) (Out)

14h30 – Bacen – Mercado Aberto (Out)

14h30 – Tesouro Nacional – Resultado do Tesouro Nacional (Out)

Perspectiva para o dia

Real x Dólar

A terça-feira (28) começa com novos indicadores da atividade econômica brasileira. Após quatro meses de queda consecutiva, a confiança da indústria voltou a subir em novembro, segundo a sondagem da FGV.

O resultado destoa das outras sondagens divulgadas até então, do consumidor e da construção, que mostraram uma nova contração no mês.

O destaque do dia, contudo, fica por conta da divulgação do IPCA-15 referente a novembro. Superando as projeções do mercado, o indicador de inflação avançou 0,33%, revertendo a desaceleração observada em outubro.

Em 12 meses, no entanto, os preços cederam de 5,05% em outubro para 4,84% este mês.

A tendência do dia é de valorização do real frente ao dólar.

Real x Euro

A Europa, por sua vez, encontra-se relativamente vazia de eventos relevantes no dia de hoje. Dessa forma, o mercado deve se mover principalmente em torno dos indicadores brasileiros.

Além dos já mencionados, os agentes aguardam a divulgação do Caged de outubro, que ocorrerá durante a tarde. 

A perspectiva da Análise Econômica é de que o desemprego brasileiro persista em sua trajetória moderada de queda, com a criação de 175.000 vagas no mês anterior.

Com a forte desaceleração econômica observada na Zona do Euro, assim como a observação de certo arrefecimento das pressões inflacionárias, os mercados já projetam o fim das altas das taxas de juros, e agora conjecturam sobre quando o ciclo de cortes deve ser iniciado.

Portanto, esperamos por uma apreciação da moeda brasileira também em relação ao euro.

Seguimos de olho!