Dólar bate R$4,40 em semana difícil para o câmbio
Em semana de forte alta, dólar dispara e chega a R$4,40, nova máxima histórica. Moeda americana segue fortalecida frente ao real e a outras moedas de países em desenvolvimento.
Em semana de forte alta, dólar dispara e chega a R$4,40, nova máxima histórica. Moeda americana segue fortalecida frente ao real e a outras moedas de países em desenvolvimento.
Diversas multinacionais anunciam que não vão conseguir entregar os resultados esperados por causa do Coronavírus e mercado reage negativamente. Na Europa, PMI mostra ligeira melhora, mas nada que aqueça o mercado. No Brasil, dólar cruza a barreira dos R$4,40 – maior cotação da história.
Petrobras divulga melhor resultado da histórica, com lucro de R$ 40 bilhões. Cotação do dólar bate nova máxima histórica e se aproxima de R$4,40. No mercado internacional, bolsas operam em leve queda e China corta juro tentando melhorar a economia do país.
Nesta terça-feira o ministro Paulo Guedes esteve prestes a sair do governo. Os desdobramentos deste cenário, mais os discursos dos presidentes do FED, podem trazer volatilidade ao dólar nesta quarta-feira.
Por causa do Coronavírus, Apple divulga que não vai entregar os resultados previstos para o primeiro trimestre. Ações da empresa caem e bolsas globais sentem o impacto. Na China, governo divulga medida para tentar diminuir os efeitos da epidemia de Coronavírus na economia. No Brasil, dólar segue em alta e a expectativa é pela divulgação de balanços de algumas empresas.
A expansão da epidemia do coronavirus e dificuldades políticas com a reforma administrativa no Brasil levam o dólar a mais um dia de alta.
China injeta USD 43 bilhões na economia e medida traz resultados positivos para o mercado. Indústria chinesa está começando a voltar a normalidade. Nos Estados Unidos é feriado de Presidents’ Day. No Brasil, bolsa opera em alta e haverá IPO hoje.
A queda do PIB japonês anunciada nesta madrugada e dois mil novos casos do coronavirus fazem dólar abrir em alta nesta segunda-feira (17/2). O feriado nos Estados Unidos deve segurar o câmbio.
Semana foi marcada por consecutivas máximas na cotação do dólar. Coronavírus ainda domina os noticiários e mercado está em alerta. Nos estados Unidos, eleições são o foco do mercado. Veja um resumo do que aconteceu na semana nesta análise de Pablo Spyer.
O “novo normal” do Brasil é juros baixos e dólar alto. Mas até onde o dólar pode subir ou os juros podem cair sem afetar a inflação?
China muda método de cálculo do alastramento da epidemia de Coronavírus e número de mortos e infectados dispara. Mercados sentem o impacto negativo e bolsas desabam. Dólar fecha em alta e bate a 4ª cotação recorde consecutiva.
Mercado europeu vive momento de alta. Nos Estados Unidos, expectativa é de alta pelo terceiro dia seguido. Nas prévias das eleições, Sanders está perto de se tornar o candidato oficial dos Democratas. No Brasil, dólar bate máxima histórica e chega a R$4,33, mas risco-país segue sob controle.