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Confira o Dólar Hoje de 21 de maio de 2026; Dólar oscila entre petróleo volátil e PMIs fracos

O dólar hoje abre com viés mais moderado após o petróleo perder força pelo segundo dia seguido, reduzindo parte da tensão recente nos mercados globais. Ainda assim, investidores seguem atentos ao conflito no Oriente Médio.

A queda do Brent acontece em meio à retomada parcial da circulação de navios pelo Estreito de Ormuz e à percepção de que uma escalada imediata pode ter sido adiada. Mesmo assim, o barril continua próximo de US$110, nível que mantém o debate sobre inflação global bastante vivo.

No Brasil, o mercado acompanha a ata do Federal Reserve, o desempenho das commodities e os ruídos políticos domésticos. A expectativa é de uma sessão ainda marcada por cautela no câmbio, nos juros futuros e no comportamento do Ibovespa.

Dólar hoje

O dólar abriu esta quarta-feira (20) cotado a R$5,0479.

O contrato de dólar futuro para junho (DOLc1), o mais líquido no Brasil, subiu 0,6%, a R$5,06 na terça-feira (19).

Dólar comercial

  • Compra: R$5,0404
  • Venda: R$5,0405

Acompanhe a cotação do dólar em tempo real

Na terça-feira (19), o dólar comercial fechou com variação de +1,1%, valendo R$5,0479 após ter começado o dia cotado a R$4,9906.

Dólar PTAX hoje

A PTAX iniciou o dia cotada a R$5,0372 (compra) e R$5,0378 (venda). A PTAX é a taxa de câmbio oficial calculada pelo Banco Central do Brasil.

O que influencia o dólar hoje?

O dólar hoje pode oscilar bastante diante da combinação entre ata do Fed, petróleo elevado e incerteza geopolítica. Mesmo com algum alívio nas commodities, o mercado ainda opera em modo defensivo.

No Brasil, a curva de juros acompanha o comportamento dos Treasuries e a percepção de risco global. A recente pressão inflacionária no exterior reduz espaço para apostas mais agressivas de corte da Selic.

O real tende a reagir também ao fluxo estrangeiro e ao comportamento das commodities ao longo do dia. Investidores seguem seletivos diante do ambiente internacional ainda carregado.

Petróleo perde fôlego, mas guerra segue pressionando mercados 

O petróleo recua nesta quarta-feira depois de relatos sobre redução dos riscos de interrupção no fluxo marítimo do Golfo Pérsico. A movimentação trouxe algum alívio para investidores após dias de forte estresse nos ativos globais.

A reabertura parcial das rotas no Estreito de Ormuz ajudou a diminuir o temor de choque imediato na oferta global de energia. Mesmo assim, operadores continuam monitorando qualquer nova sinalização vinda da Casa Branca e de Teerã.

O mercado ainda trabalha com elevada sensibilidade ao tema geopolítico, principalmente porque não existe avanço concreto nas negociações entre EUA e Irã. Qualquer mudança de tom pode alterar rapidamente o humor das bolsas e das moedas.

Ata do Fed entra no centro das atenções globais 

Os investidores aguardam a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve em busca de pistas sobre juros americanos. O mercado quer entender até que ponto a pressão recente do petróleo pode influenciar a política monetária dos EUA.

Os rendimentos dos Treasuries seguem elevados, refletindo preocupação com inflação persistente e desaceleração mais lenta da economia americana. Isso mantém o dólar fortalecido frente a diversas moedas emergentes.

Além da ata do Fed, o balanço da Nvidia também movimenta os mercados internacionais nesta sessão. A expectativa em torno da empresa reforça o peso do setor de tecnologia sobre o humor de Wall Street.

Política brasileira volta ao radar dos investidores 

O cenário político doméstico continua influenciando a percepção de risco dos ativos brasileiros. Pesquisas eleitorais recentes e novos movimentos de pré-candidatos à Presidência voltaram a ganhar espaço entre os analistas.

O mercado acompanha também os desdobramentos envolvendo Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro. O tema segue repercutindo em Brasília e adiciona ruído ao ambiente político nacional.

Além disso, investidores monitoram falas do governo sobre economia, contas públicas e medidas voltadas ao crescimento. Em momentos de maior volatilidade externa, o noticiário político tende a ganhar ainda mais peso.

Bolsas globais tentam estabilização após sequência de tensão 

As bolsas europeias operam em alta moderada depois da melhora parcial no mercado de petróleo e da redução temporária das tensões militares. Ainda assim, o movimento acontece com cautela e baixo apetite ao risco.

Na Ásia, os mercados fecharam sem direção única após decisão do Banco do Povo da China de manter juros inalterados. O investidor continua avaliando sinais de desaceleração econômica global.

O Ibovespa pode encontrar algum espaço para recuperação após a forte queda recente, mas continua dependente do comportamento do petróleo, do dólar e da curva de juros americana ao longo do pregão.

Por que o dólar hoje opera mais moderado? 

O dólar perde parte da força após o recuo do petróleo e a melhora temporária no fluxo marítimo do Estreito de Ormuz.

O que o mercado espera da ata do Fed? 

Investidores buscam sinais sobre juros nos EUA e possíveis impactos da alta recente do petróleo sobre a inflação americana.

O petróleo ainda preocupa os mercados?

Sim. Apesar da queda desta sessão, o Brent continua perto de US$ 110 e mantém receios sobre inflação e crescimento global.