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O dólar hoje opera mais estável, em meio à melhora pontual do apetite por risco com expectativas de cessar-fogo no Oriente Médio. Ainda assim, o cenário segue incerto e dependente de novos desdobramentos.
Apesar do alívio, o cenário ainda exige cautela, com investidores atentos a novos desdobramentos do conflito e às sinalizações de política monetária. No Brasil, o foco se volta para o Relatório de Política Monetária e o IPCA-15, que seguem sensíveis ao ambiente externo.
O que influencia o dólar hoje?
O dólar hoje reflete um ambiente mais equilibrado, com mercados globais reagindo a expectativas de cessar-fogo no Oriente Médio. Ainda assim, a cautela permanece diante da incerteza sobre a duração do conflito.
No Brasil, a agenda ganha um respiro após a ata do Copom, enquanto investidores se preparam para o Relatório de Política Monetária e o IPCA-15. A leitura desses dados será chave para as expectativas de juros.
No exterior, eventos com dirigentes do Federal Reserve e indicadores seguem no radar. O cenário combina alívio pontual com riscos ainda presentes.
Qual a cotação do dólar hoje?
O dólar abriu esta quarta-feira (25) cotado a R$5,2337.
O contrato de dólar futuro para abril (DOLc1), o mais líquido no Brasil, recuou 1,5%, a R$5,24 na terça-feira (24).
Dólar comercial
- Compra: R$5,253
- Venda: R$5,254
Na terça-feira (24), o dólar comercial fechou com variação de -0,1%, valendo R$5,2337, após ter começado o dia cotado a R$5,2353.
Confira a cotação do dólar em tempo real
Qual é o valor do dólar PTAX hoje?
A PTAX iniciou o dia cotada a R$5,2593 (compra) e R$5,2599 (venda). A PTAX é a taxa de câmbio oficial calculada pelo Banco Central do Brasil.
Nesta quarta-feira (25), o Banco Central ofertará 50 mil contratos de swap cambial tradicional (US$2,5 bilhões), em rolagem.
Expectativas de cessar-fogo e reação dos mercados
A aposta em um possível cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã impulsiona o apetite por risco. Bolsas no Hemisfério Norte avançam, refletindo esse movimento.
O governo americano apresentou um plano de trégua, mas a perspectiva de acordo ainda é incerta. Declarações recentes indicam resistência por parte do Irã.
Ao mesmo tempo, novos ataques mantêm o cenário instável. Israel ampliou sua ofensiva, enquanto o Irã respondeu com mísseis e drones.
Petróleo recua e alivia pressão inflacionária
O petróleo cai mais de 5%, reagindo à expectativa de redução das tensões. O movimento traz alívio momentâneo para ativos globais.
Apesar da queda recente, o nível de preços ainda preocupa. O impacto potencial sobre a inflação segue relevante no cenário internacional.
Nos Estados Unidos, dirigentes do Fed reforçam cautela com a inflação. A leitura é de que os juros podem permanecer elevados por mais tempo.
Juros globais e sinalização de bancos centrais
Autoridades do Federal Reserve destacam que decisões futuras dependem da evolução da inflação e do cenário geopolítico. O ambiente exige flexibilidade na condução da política monetária.
Dirigentes indicam preocupação com inflação persistente, mesmo com sinais de desaceleração econômica. Isso reforça a ideia de juros altos por mais tempo.
Na Europa, o Banco Central Europeu sinaliza postura firme diante de pressões inflacionárias. A comunicação reforça o compromisso com estabilidade de preços.
No Brasil, ativos reagem e agenda segue no radar
O apetite a risco externo favorece os ativos brasileiros, especialmente em um dia de agenda doméstica mais leve. O movimento é puxado pelo ambiente global.
O EWZ avança no pré-mercado e ADRs de grandes bancos e empresas mostram desempenho positivo. O câmbio segue mais sensível ao fluxo externo.
No radar, permanecem pesquisas eleitorais, balanços corporativos e discussões políticas. O cenário doméstico segue condicionado ao ambiente internacional.
Por que os mercados estão subindo hoje?
Os mercados reagem à expectativa de um possível cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã, o que reduz temporariamente a aversão ao risco global.
O que explica a queda do petróleo?
O petróleo recua com a perspectiva de menor risco de interrupção na oferta, caso haja avanço nas negociações para conter o conflito.
O que está no radar no Brasil?
Investidores acompanham o Relatório de Política Monetária, o IPCA-15, pesquisas eleitorais e balanços corporativos relevantes.