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Superávit primário de janeiro foi o maior da série histórica

Acompanhe diariamente a tendência do real em relação às principais moedas do mundo.

Imagem de uma nota de dólar com projeção de gráficos por cima
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Visão Geral

O dólar comercial fechou a quarta-feira (06) com variação de -0,3%, valendo R$4,9446, após ter começado o dia cotado a R$4,9586. O Euro fechou o pregão com variação de 0,1%, a R$5,3881, após ter iniciado o dia em R$5,3836.

O dólar iniciou esta quinta-feira (07) cotado a R$4,9451 e o Euro abriu o dia cotado a R$5,3884. Acompanhe nossa análise diária.

Agenda de hoje

Exterior

00h00 – China – Balança Comercial (USD) (Fev)

10h15 – Zona do Euro – Decisão da Taxa de Juros (Mar)

10h30 – EUA – Pedidos Iniciais por Seguro-Desemprego (Semanal)

12h00 – EUA – Depoimento de Jerome Powell, Presidente do Fed

18h30 – EUA – Fed’s Balance Sheet

Brasil

08h00 – IBRE-FGV – IGP-DI e os componentes: IPA-DI, IPC-DI e INCC-DI (fev)

08h30 – Banco Central do Brasil – Estatísticas Fiscais (jan)

14h30 – Banco Central do Brasil – Fluxo Cambial Estrangeiro (semanal)

Perspectiva para o dia

Real x Dólar

O dia começou com a divulgação de um novo índice de inflação, nesse caso, o IGP-DI de fevereiro. O indicador da FGV veio de acordo com as expectativas do mercado, recuando 0,41%.

Tal resultado constitui a deflação mais intensa desde julho de 2023, quando o IGP-DI havia contraído 1,45%.

O Banco Central, por sua vez, apresentou as estatísticas fiscais referentes a janeiro. O ano de 2024 começou de maneira positiva para as contas públicas, com um superávit primário de R$102,1 bilhões, o maior da série histórica.

É necessário ressaltar, contudo, que o mês de janeiro é conhecido por possuir os melhores resultados fiscais do ano.

Nos EUA, espera-se mais um discurso do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell. 

Assim, esperamos a valorização do real frente ao dólar durante o dia.

Real x Euro

Na Zona do Euro, os mercados se encontram à espera da nova decisão de juros. A expectativa é de que o Banco Central Europeu opte por manter as taxas no patamar atual, em 4,50%.

Apesar do arrefecimento da atividade econômica, os números mais recentes da inflação europeia, assim como a resiliência da economia americana, devem impedir uma reversão da política monetária contracionista.

Ao mesmo tempo, os mercados europeus podem ser afetados pelos números da balança comercial chinesa. O país asiático apresentou o maior superávit de sua história em fevereiro, de US$125,2 bilhões.

Dessa forma, esperamos a valorização da moeda brasileira também em relação ao euro.

Seguimos de olho!

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