BC surpreende e corta juro para 3%; dólar bate R$5,70
Se por um lado taxa de juro baixa pressiona dólar para cima – que ontem bateu R$ 5,71 – por outro, investidores locais sentem-se atraídos por ela.
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Para a agência, pandemia, somada a recessão, eleva a dívida pública.
COPOM decide hoje nova taxa de juros no Brasil.
Programa atua viabilizando financiamento em condições equivalentes às praticadas no mercado internacional
André Galhardo analisa semana do câmbio sob diversos aspectos. Confira!
Esperança anima bolsas do mundo inteiro. Bolsa americana sobe +0,3%
Qual o impacto da propagação da Covid-19 e o que esperar da economia, e do câmbio, durante a pandemia?
Entender a desvalorização do real não é uma tarefa tão simples quanto parece. Isso porque são muitos os fatores que levaram as coisas a chegarem ao ponto que chegaram. Nesta análise, André Galhardo traça um panorama geral de como a moeda brasileira se desvalorizou nos últimos tempos e quais são as perspectivas para o futuro.
Diante da crise do coronavirus, atingimos os limites da expansão monetária e começamos a avançar na expansão fiscal. Qual deve ser o impacto de tudo isso no câmbio, neste momento de incerteza?
O índice da bolsa brasileira nos Estados Unidos está em queda de mais de 9%. Os juros dos Estados Unidos estão em 0,44%, e o mercado pede mais um corte emergencial para o FED
Nos Estados Unidos, definição do cenário das eleições americanas traz impactos globais. Na Europa, dados ruins da economia e da geração de empregos coloca toda a Zona do Euro em estado de alerta. No Reino Unido, primeira morte por Coronavírus intensifica preocupações acerca do vírus.
Bancos Centrais em todo o mundo, Brasil inclusive, estão adotando o corte de juros e outras medidas de política monetária para conter o efeito do coronavirus. Mas qual o limite dessas medidas? André Galhardo analisa o esgotamento dos estímulos monetários e seus impactos no câmbio.
O corte de juros nos Estados Unidos e a sinalização de um novo corte no Brasil indicam para os mercados que os impactos do coronavírus na economia podem ser maiores do que se pensava. Com isso, o dólar sofre uma nova pressão de alta nesta quarta-feira (4/3).