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O dólar hoje oscila em meio à expectativa pelas decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos, enquanto o cenário externo segue pressionado pela guerra no Oriente Médio.
A volatilidade do petróleo e os riscos geopolíticos mantêm os investidores cautelosos, ao mesmo tempo em que dados de inflação e sinalizações dos bancos centrais ajudam a orientar as apostas para a trajetória dos juros e o comportamento dos mercados.
O que influencia o dólar hoje?
O dólar hoje reflete a expectativa pelas decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos. A combinação de juros e cenário externo mantém os mercados em compasso de espera.
A guerra no Oriente Médio continua influenciando o humor dos investidores. A volatilidade do petróleo segue como um dos principais vetores globais.
Também entram no radar dados de inflação nos EUA e na zona do euro. Balanços corporativos relevantes ajudam a calibrar expectativas.
Qual a cotação do dólar hoje?
O dólar abriu esta quarta-feira (18) cotado a R$5,1900.
O contrato de dólar futuro para abril (DOLc1), o mais líquido no Brasil, recuou -0,7%, a R$5,21 na terça-feira (17).
Dólar comercial
- Compra: R$5,198
- Venda: R$5,199
Na terça-feira (17), o dólar comercial fechou com variação de -0,7%, valendo R$5,1929, após ter começado o dia cotado a R$5,2315.
Confira a cotação do dólar em tempo real
Qual é o valor do dólar PTAX hoje?
A PTAX iniciou o dia cotada a R$5,2016 (compra) e R$5,2022 (venda). A PTAX é a taxa de câmbio oficial calculada pelo Banco Central do Brasil.
Nesta quarta-feira (18), o Banco Central ofertará 50 mil contratos de swap cambial tradicional (US$2,5 bilhões), em rolagem.
Petróleo volátil com conflito e acordos regionais
O petróleo mantém forte volatilidade após oscilações recentes. A commodity chegou a subir mais de 3% antes de aliviar parte dos ganhos.
Um acordo do Iraque para exportação via Turquia trouxe algum alívio pontual. Ainda assim, o fluxo segue restrito no Estreito de Ormuz.
O conflito entre EUA, Israel e Irã continua pressionando a oferta. Ataques à infraestrutura energética aumentam o risco de interrupções.
Geopolítica amplia riscos e pressiona expectativas
A tensão no Oriente Médio se intensificou após a morte de Ali Larijani. O episódio elevou o risco de retaliações na região.
Os Estados Unidos avaliam novas sanções e pressionam a China por cooperação. A Rússia também amplia apoio ao Irã no cenário atual.
Limitações operacionais, como a retirada de navios militares para manutenção, adicionam incerteza. O ambiente segue altamente instável.
Bolsas reagem e juros seguem no foco
As bolsas em Nova York e na Europa avançam com leve melhora no apetite por risco. O movimento ocorre em meio à expectativa pelo Fed.
Os rendimentos dos Treasuries recuam, enquanto o dólar oscila frente a outras moedas. O mercado avalia sinais sobre a trajetória dos juros.
A expectativa predominante é de manutenção das taxas pelo Fed. O foco recai sobre as sinalizações futuras de política monetária.
Ibovespa entre exterior, Copom e riscos internos
No Brasil, o Ibovespa pode se ajustar com apoio do exterior, mas segue sensível ao petróleo. A volatilidade da commodity impacta especialmente o setor de energia.
O risco de greve de caminhoneiros entra no radar e adiciona incerteza doméstica. O governo intensificou a fiscalização sobre preços de combustíveis.
Para o Copom, a expectativa majoritária aponta corte de 0,25 ponto na Selic. O cenário indica um ciclo de flexibilização mais cauteloso.
Por que o dólar hoje está oscilando?
O dólar reage à expectativa pelas decisões de juros no Brasil e nos EUA, além da incerteza gerada pela guerra no Oriente Médio e pela volatilidade do petróleo
Como o petróleo influencia os mercados neste momento?
A volatilidade do petróleo impacta inflação e expectativas de juros, além de afetar diretamente ações de energia e o sentimento global de risco.
O que os investidores esperam das decisões de juros?
O mercado projeta manutenção dos juros nos EUA e corte mais moderado no Brasil, com foco nas sinalizações futuras dos bancos centrais.