3 dicas para não passar aperto ao viver no exterior

Dicas para não passar aperto ao viver no exterior

Viver no exterior é uma experiência rica e agregadora em todos os sentidos. Ao mesmo tempo que causa euforia e ansiedade deve também despertar preocupação, pois, não é fácil se estabelecer em outro país, com cultura, idioma e moeda tão diferentes — por isso, o planejamento é tão importante!

Para quem deseja viver no exterior essa é uma experiência enriquecedora que pode ser motivada pelo desejo de trabalhar, estudar e aprender um novo idioma ou simplesmente ter contato com outras culturas e hábitos.

Diante de qualquer um desses objetivos o viajante precisará de uma quantia em dinheiro para custeio de despesas com hospedagem, alimentação, transporte e algumas compras. É fundamental planejar a nova vida sem passar aperto vivendo longe de casa.

Neste conteúdo vamos ajudar você a se organizar para não enfrentar problemas vivendo no exterior. O aperto pode obrigar a um retorno antes do previsto e nossa missão é auxiliar com 3 dicas importantes de como lidar com as finanças fora do país!

Viver no exterior é uma experiência que exige planejamento

São cerca de 190 países distribuídos em quatro continentes, o que justifica o fato de muitos acharem que nascer e morrer no mesmo lugar seria um desperdício. É claro que alguns países não são os destinos mais favoráveis, mas há uma infinidade de lugares onde é possível estabelecer uma nova morada.

Em alguns países a moeda tem baixo valor se comparado ao Real no Brasil, mas em outros, a conversão é arrasadora, o que exige um planejamento bem elaborado para juntar o montante suficiente, pelo menos, para os primeiros meses em solo estrangeiro.

Não raro vemos alguns viajantes retornarem a seu país de origem, por não terem como arcar com as despesas de permanência.

Essa deve ser a última alternativa, mas para isso, quem deseja passar uma temporada longa em outro país deve mesmo se preparar com um plano A, B ou até C.

Todo país tem regras e normas próprias para os tipos de vistos e permissões de permanência. Em algumas nações você pode estudar, em outras, estudar e trabalhar e há também aquelas em que você pode, inclusive, receber uma proposta para trabalhar normal e legalmente.

Em cada uma dessas situações a sua realidade financeira será diferente. Para garantir que tudo ocorra de forma harmoniosa, o ideal é planejar com antecedência, avaliar os prós e contras, sempre considerando os vieses do destino.

3 dicas incríveis para evitar o aperto e viver bem no exterior

Já dissemos que o planejamento é a chave do sucesso — para a carreira, para vida ou para quem deseja viver no exterior — pois é dentro dele que se faz os apontamentos de todas as variáveis e condicionantes relacionadas às metas e objetivos.

De certa forma, viver no exterior é um negócio em que você precisa investir tempo e dinheiro para fazer dar certo. Ao decidir morar fora do país é preciso pensar na realidade da outra nação, mas não se esqueça da moeda e das condições para conversão.

Elaboramos as dicas a seguir, como uma espécie de roteiro que você deve seguir depois que o planejamento estiver pronto ou até mesmo em terras estrangeiras.

1. Faça uma planilha de gastos

Relacione todas as despesas que terá no seu novo país de residência
Relacione todas as despesas que terá no seu novo país de residência

Você já sabe quanto você vai gastar com aluguel, alimentação e transporte? Em alguns países os imóveis são mobiliados, com serviços de lavanderia, gás, energia elétrica e água, inclusos no valor do aluguel.

Em outros, você terá despesas com mobílias e cobrança separada das contas concessionárias. Dependendo do destino e da moeda local, seus gastos podem ser bem mais altos ou bem mais baixo do que está acostumado no Brasil.

A velha e boa planilha é fiel escudeira nessa hora.

Nela você deve relacionar todas as despesas, mesmo aquelas mínimas, e comparar com qualquer receita que tenha disponível — encare o sonho como um investimento de médio e longo tempo.

Ao chegar ao destino, você terá real dimensão do que pode ou não gastar e se preocupar menos com as despesas. Deixe as dificuldades de adaptação para as diferenças de clima, idioma e cultura, por exemplo.

2. Tenha cuidado com cartões de crédito

Ao cuidado com o rotativo do cartão de crédito deve-se somar o cuidado com a variação cambial no exterior
Ao cuidado com o rotativo do cartão de crédito deve-se somar o cuidado com a variação cambial no exterior

Não se engane! Se você utilizar demasiadamente o cartão de crédito no exterior será surpreendido de maneira muito negativa quando receber a cobrança. Tudo bem que esse pode ser um modo prático e oportuno, já que você não terá que fazer um desembolso imediato.

As taxas incidentes em cada compra, o IOF (imposto sobre operações financeiras), os juros e tarifas bancárias são despesas que devem ser conhecidas e analisadas previamente.

Saiba que as operadoras de cartão de crédito se baseiam na cotação do câmbio comercial, mas que dependendo do banco, todas as suas transações serão oneradas por taxas adicionais conforme variação da cotação oficial do Banco Central.

3. Tenha sempre uma reserva financeira

É essencial ter recursos monetários para se manter nos primeiros meses, mesmo que um emprego esteja engatilhado ou uma fonte de renda se apresente no radar. Conte, efetivamente, com uma reserva financeira.

Depois de montar o planejamento, criar e alimentar a planilha será a hora de contabilizar todo o dinheiro que será necessário para iniciar a nova jornada. As despesas fixas não darão trégua e para construir um bom histórico de crédito no novo país você terá que agir corretamente.

viver no exterior

Se tiver uma fonte de renda no Brasil será uma boa estratégia, pois você pode inclusive abrir uma conta internacional e viver no exterior tranquilamente realizando transferências online em diversos períodos.

Mesmo que esse não seja o cenário da sua vida e você precise de uma ajuda da família que ficou no país, por meio da Remessa Online sua conta receberá o dinheiro de um jeito descomplicado.

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Resumindo

Quantos brasileiros estão no exterior?

2,5 milhões, de acordo com a estimativa do Ministério das Relações Exteriores.

O que fazer para morar em outro país?

Organize-se financeiramente e tenha em mãos toda a documentação solicitada pelo governo do país desejado.

Quais os países que mais recebem brasileiros?

1. Estados Unidos
2. Paraguai
3. Japão

Por que viver no exterior?

Nem todo mundo tem a disposição e a ousadia de atravessar fronteiras para viver em outro país. A experiência é única, mas requer do viajante uma capacidade ímpar de lidar com as adversidades e com a saudade arrebatadora dos amigos e familiares. Ao final, a bagagem estará sempre repleta de boas memórias.

Como fazer uma reserva financeira para viver no exterior?

Comece planejando, pois o planejamento é onde habita o segredo dos bem-sucedidos. Quando decidir que é a hora de alçar novos voos e aportar em uma nação diferente, de início à preparação com pelo menos um ano e antecedência.
Esse é o prazo mínimo que você precisa para dimensionar uma mudança como essa e reunir recursos para custear as despesas dos primeiros meses. Considere e analise todas as possibilidades para identificar a que melhor se aplica ao seu projeto com as menores tarifas.